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março 24th, 2009
A
Microsoft promoverá um
curso gratuito para a capacitação de estudantes do ensino médio, técnico e universitário.
Este
curso é o
S2B – Microsoft Students to Business, cujo objetivo é preparar alunos para assumirem ofertas de emprego na área de tecnologia.
Dividido em três fases, o
curso tem duração de 84 horas, e é composto por palestras, aulas teóricas e aulas práticas
Ao final do
curso, além do certificado recebido, o aluno participará de uma feira de empregos.
As aulas acontecerão nas seguintes cidades: Araraquara, Bauru, Belém, Belo Horizonte, Brasília,Campo Limpo Paulista, Curitiba, Fortaleza, Goiânia, Joinville, Manaus,Maringá, Olinda, Paraíba, Petrópolis, Porto Alegre, Recife, RibeirãoPreto, Rio de Janeiro, Salvador, São José do Rio Preto, São José dosCampos, São Paulo, Aracajú e Vitória.
As inscrições estarão abertas até o dia 31 deste mês.
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Curso,
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Educação
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janeiro 2nd, 2009
Muitos afirmam que a língua portuguesa é uma das mais difíceis, e isso devido aos inúmeros acentos. Se você concorda, fique feliz: entraram em vigor as novas regras ortográficas.
As mudanças na nossa língua culta (por vezes oculta) foram estabelecidas em um decreto assinado em setembro de 2008, cujo propósito é tornar nosso português mais fácil, principalmente para os estrangeiros.
A reforma ortográfica pretende unificar o registro escrito nos países que falam português: Brasil, Portugal, Angola, Moçambique, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Guiné-Bissau e Timor Leste.
Entre 01 de janeiro de 2009 e 31 de dezembro de 2012 passaremos por um período de transição, no qual ficam valendo tanto a ortografia atual quanto as novas regras. Nos livros escolares a incorporação das mudanças será obrigatória a partir de 2010.
Acompanhe as alterações:
-
O trema desaparece nas palavras em português. Só fica em palavras estrangeiras como Hübner e Müller. A pronúncia não muda. Exemplos: AGÜENTAR = AGUENTAR, AQÜÍFERO = AQUÍFERO, TRANQÜILO = TRANQUILO, BILÍNGÜE = BILINGUE.
-
O acento circunflexo desaparece com o duplo O e o duplo E, como VÔO, ENJÔO, CRÊEM, LÊEM, DÊEM e VÊEM, que passam a ser escritas da seguinte forma: VOO, ENJOO, CREEM, LEEM, DEEM e VEEM.
-
Desaparecem os acentos agudos ou circunflexos que servem para diferenciar palavras como: PÁRA (do verbo parar) ≠ PARA (preposição), PÉLA (do verbo pelar) ≠ PELA (combinação da preposição por + a), PÊLO (substantivo) ≠ PELO (combinação da preposição por + o). Os acentos só não desaparecem em: PÔR (verbo – infinitivo) ≠ POR (preposição), PÔDE (3ª pessoa do singular do pretérito perfeito do indicativo) ≠ PODE (3ª do singular do presente do indicativo).
-
O hífen some quando o segundo elemento da palavra começar com S ou R. Nestes casos, as consoantes devem ser dobradas, como em ANTISSEMITA (hoje “anti-semita”), ANTIRRELIGIOSO (atualmente “anti-religioso”) e CONTRARREGRA (hoje “contra-regra”). Cuidado com a exceção: quando os prefixos terminam em R se mantém o hífen, como em HIPER-REQUINTADO e SUPER-RESISTENTE.
Com essas alterações teremos a oportunidade de colocar em prática nossa competência “flexibilidade para mudanças”.
: – D
Imagem: Getty Images
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dezembro 2nd, 2008
Com o objetivo de desenvolver, apoiar e reconhecer ações educacionais e culturais que promovam o desenvolvimento humano por meio das TIC´s – Tecnologias da Informação e
Comunicação, a empresa de telecom
Oi criou o
Oi Futuro, o instituto, ou instrumento de colaboração, voltado para a redução das distâncias sociais no Brasil.
Apoiando projetos de terceiros, o Oi Futuro estabelece parcerias e desenvolve programas nas áreas de difusão do conhecimento.
No Oi Futuro existe o programa Nave – Núcleo Avançado de Educação, voltado para a pesquisa e desenvolvimento de soluções educativas que utilizem de forma diferenciada as tecnologias da informação e comunicação no ensino médio. Este programa é estruturado através de parcerias com as secretarias estaduais de educação, a iniciativa privada e os organismos do terceiro setor.
O Nave promove o evento Descolagem, que pode ser entendido como um meio de difusão de informação e conhecimento, seja por meio de palestras, mesas redondas, filmes, performances, cursos workshops ou qualquer outra que se adeque ao momento.
Neste evento qualquer um pode ter a palavra, presencialmente ou a distância, já pode ser acompanhado ao vivo pela Internet.
No Descolagem #3, realizado em 22 de novembro, o tema discutido foi Tecnologia e Educação: Uma Nova Escola Para um Novo Aluno, aluno este que pertence à geração da internet, dos games, das multitarefas. Estiveram presentes Paulo Blikstein, professor em Stanford na área de novas tecnologias para educação, Luli Radfahrer, Ph.D. em comunicação digital pela ECA-USP e Patrícia Konder Lins e Silva, diretora pedagógica da Escola Parque no Rio de Janeiro.
Luli Radfahrer, Ph.D. em comunicação digital pela ECA-USP, onde também é professor há mais de dez anos, trabalha com internet desde 1994, já dirigiu as divisões digitais de algumas das maiores agências de propaganda do país e entre 1999 e 2001 trabalhou em Nova York e Londres, dirigindo portais de conteúdo digital. Voltou ao Brasil em 2002 para redesenhar a AOL. Hoje é consultor de inovação digital com clientes no Brasil, Canadá, Estados Unidos e Oriente Médio.
Bom, deixo aqui a palestra do Luli, que procurou evidenciar que o processo de aprendizado já não é mais exclusividade das salas de aula.
Muito bacana!
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Globalização
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novembro 27th, 2008

Hoje, dia 27 de novembro, comemoramos o Dia Nacional da
Educação a Distância, instituído pela ABED – Associação Brasileira de
Educação a Distância no ano de 2003.
Neste aniversário podemos comemorar os avanços dessa modalidade de ensino, e todos os resultados alcançados até então.
E como dia de aniversário é dia de ganhar presente, fomos agraciados com várias ações e atividades de EAD que estão acontecendo em todo o país (clique aqui para saber mais).
Em especial, a empresa WebAula, fornecedora nacional de e-learning, nos ofereceu um ticket de desconto de 100% em qualquer curso do Shopping WebAula.
Clique aqui para se cadastrar e “apanhar o seu presente”.
Aproveite este dia. Afinal, “conhecimento não tem preço”!
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novembro 7th, 2008
Foto By Max G Pinto
Recentemente a revista “Isto É” publicou a entrevista que Camilo Vannuchi fez com o psiquiatra e psicoterapeuta Roberto Shinyashiki, autor de vários livros.
Longe de ser uma lição de auto-ajuda, na entrevista Shinyashiki combate a supervalorização das aparências, e diz que ao Brasil falta competência, e não auto-estima.
O autor também comenta os jogos de aparência que tomaram conta das corporações e das famílias: “O mundo precisa de pessoas mais simples e verdadeiras”.
Leia a entrevista abaixo.
ISTOÉ
– Quem são os heróis de verdade?
Shinyashiki – Nossa sociedade ensina que, para ser uma pessoade sucesso, você precisa ser diretor de uma multinacional, ter carro importado,viajar de primeira classe. O mundo define que poucas pessoas deram certo. Issoé uma loucura. Para cada diretor de empresa, há milhares de funcionários quenão chegaram a ser gerentes. E essas pessoas são tratadas como uma multidãode fracassados. Quando olha para a própria vida, a maioria se convence de quenão valeu a pena porque não conseguiu ter o carro nem a casa maravilhosa. Para mim, é importante que o filho da moça que trabalha na minha casa possa se orgulhar da mãe. O mundo precisa de pessoas mais simples e transparentes. Heróis de verdade são aqueles que trabalham para realizar seus projetos de vida,e não para impressionar os outros. São pessoas que sabem pedir desculpas e admitir que erraram.
ISTOÉ – O sr. citaria exemplos?
Shinyashiki – Dona Zilda Arns, que não vai a determinados programas de tevê nem aparece de Cartier, mas está salvando milhões de pessoas. Quando eu nasci, minha mãe era empregada doméstica e meu pai, órfão aos sete anos, empregado em uma farmácia. Morávamos em um bairro miserável em São Vicente (SP) chamado Vila Margarida. Eles são meus heróis. Conseguiram criar seus quatro filhos, que hoje estão bem. Acho lindo quando o Cafu põe uma camisa em que está escrito “100% Jardim Irene”. É pena que a maior parte das pessoas esconda suas raízes. O resultado é um mundo vítima da depressão, doença que acomete hoje 10% da população americana. Em países como Japão, Suécia e Noruega, há mais suicídio do que homicídio. Por que tanta gente se mata? Parte da culpa está na depressão das aparências, que acomete a mulher que, embora não ame mais o marido, mantém o casamento, ou o homem que passa décadas em um emprego que não o faz se sentir realizado, mas o faz se sentir seguro.
ISTOÉ – Qual o resultado disso?
Shinyashiki – Paranóia e depressão cada vez mais precoces. O pai quer preparar o filho para o futuro e mete o menino em aulas de inglês, informática e mandarim. Aos nove ou dez anos a depressão aparece. A única coisa que prepara uma criança para o futuro é ela poder ser criança. Com a desculpa de prepará-los para o futuro, os malucos dos pais estão roubando a infância dos filhos. Essas crianças serão adultos inseguros e terão discursos hipócritas. Aliás, a hipocrisia já predomina no mundo corporativo.
ISTOÉ – Por quê?
Shinyashiki – O mundo corporativo virou um mundo de faz-de-conta, a começar pelo processo de recrutamento. É contratado o sujeito com mais marketing pessoal. As corporações valorizam mais a auto-estima do que a competência. Sou presidente da Editora Gente e entrevistei uma moça que respondia todas as minhas perguntas com uma ou duas palavras. Disse que ela não parecia demonstrar interesse. Ela me respondeu estar muito interessada, mas, como falava pouco, pediu que eu pesasse o desempenho dela, e não a conversa. Até porque ela era candidata a um emprego na contabilidade, e não de relações públicas. Contratei na hora. Num processo clássico de seleção, ela não passaria da primeira etapa.
ISTOÉ – Há um script estabelecido?
Shinyashiki – Sim. Quer ver uma pergunta estúpida feita por um presidentede multinacional no programa O aprendiz? “Qual é seu defeito?” Todosrespondem que o defeito é não pensar na vida pessoal: “Eu mergulho decabeça na empresa. Preciso aprender a relaxar.” É exatamente o que o chefequer escutar. Por que você acha que nunca alguém respondeu ser desorganizadoou esquecido? É contratado quem é bom em conversar, em fingir. Da mesmaforma, na maioria das vezes, são promovidos aqueles que fazem o jogo do poder.O vice-presidente de uma das maiores empresas do planeta me disse: “Sabe, Roberto, ninguém chega à vice-presidência sem mentir.” Isso significa que quem fala a verdade não chega a diretor?
ISTOÉ – Temos um modelo de gestão que premia pessoas mal preparadas?
Shinyashiki – Ele cria pessoas arrogantes, que não têm a humildade de se preparar, que não têm capacidade de ler um livro até o
fim e não se preocupam com o conhecimento. Muitas equipes precisam de motivação, mas o maior problema no Brasil é competência. Cuidado com os burros motivados. Há muita gente motivada fazendo besteira. Não adianta você assumir uma função para a qual não está preparado. Fui cirurgião e me orgulho de nunca um paciente ter morrido na minha mão. Mas tenho a humildade de reconhecer que isso nunca aconteceu graças a meus chefes, que foram sábios em não me dar um caso para o qual eu não estava preparado. Hoje, o garoto sai da faculdade achando que sabe fazer uma neurocirurgia. O Brasil se tornou incompetente e não acordou para isso.
ISTOÉ – Está sobrando auto-estima?
Shinyashiki – Falta às pessoas a verdadeira auto-estima. Se eu preciso que os outros digam que sou o melhor, minha auto-estima está baixa. Antes, o ter conseguia substituir o ser. O cara mal-educado dava uma gorjeta alta para conquistar o respeito do garçom. Hoje, como as pessoas não conseguem nem ser nem ter, o objetivo de vida se tornou parecer. As pessoas parece que sabem, parece que fazem, parece que acreditam. E poucos são humildes para confessar que não sabem. Há muitas mulheres solitárias no Brasil que preferem dizer que é melhor assim. Embora a auto-estima esteja baixa, fazem pose de que está tudo bem.
ISTOÉ – Por que nos deixamos levar por essa necessidade de sermos perfeitos em tudo e de valorizar a aparência?
Shinyashiki – Isso vem do vazio que sentimos. A gente continua valorizando os heróis. Quem vai salvar o Brasil? O Lula. Quem vai salvar o time? O técnico. Quem vai salvar meu casamento? O terapeuta. O problema é que eles não vão salvar nada! Tive um professor de filosofia que dizia: “Quando você quiser entender a essência do ser humano, imagine a rainha Elizabeth com uma crise de diarréia durante um jantar no Palácio de Buckingham.” Pode parecer incrível, mas a rainha Elizabeth também tem diarréia. Ela certamente já teve dor de dente, já chorou de tristeza, já fez coisas que não deram certo. A gente tem de parar de procurar super-heróis. Porque se o super-herói não segura a onda, todo mundo o considera um fracassado.
ISTOÉ – O conceito muda quando a expectativa não se comprova?
Shinyashiki – Exatamente. A gente não é super-herói nem superfracassado. A gente acerta, erra, tem dias de alegria e dias de tristeza. Não há nada de errado nisso. Hoje, as pessoas estão questionando o Lula em parte porque acreditavam que ele fosse mudar suas vidas e se decepcionaram. A crise será positiva se elas entenderem que a responsabilidade pela própria vida é delas.
ISTOÉ – É comum colocar a culpa nos outros?
Shinyashiki – Sim. Há uma tendência a reclamar, dar desculpas e acusar alguém. Eu vejo as pessoas escondendo suas humanidades. Todas as empresas definem uma meta de crescimento no começo do ano. O presidente estabelece que a metaé crescer 15%, mas, se perguntar a ele em que está baseada essa expectativa, ele não vai saber responder. Ele estabelece um valor aleatoriamente, os diretores fingem que é factível e os vendedores já partem do princípio de que a meta não será cumprida e passam a buscar explicações para, no final do ano, justificar. A maioria das metas estabelecidas no Brasil não leva em conta a evolução do setor. É uma chutação total.
ISTOÉ – Muitas pessoas acham que é fácil para o Roberto Shinyashiki dizer essas coisas, já que ele é bem-sucedido. O senhor tem defeitos?
Shinyashiki – Tenho minhas angústias e inseguranças. Mas aceitá-las faz minha vida fluir facilmente. Há várias coisas que eu queria e não consegui. Jogar na Seleção Brasileira, tocar nos Beatles (risos). Meu filho mais velho nasceu com uma doença cerebral e hoje tem 25 anos. Com uma criança especial, eu aprendi que ou eu a amo do jeito que ela é ou vou massacrá-la o resto da vida para ser o filho que eu gostaria que fosse. Quando olho para trás, vejo que 60% das coisas que fiz deram certo. O resto foram apostas e erros. Dia desses apostei na edição de um livro que não deu certo. Um amigão me perguntou: “Quem decidiu publicar esse livro?” Eu respondi que tinha sido eu. O erro foi meu. Não preciso mentir.
ISTOÉ – Como as pessoas podem se livrar dessa tirania da aparência?
Shinyashiki – O primeiro passo é pensar nas coisas que fazem as pessoas cederem a essa tirania e tentar evitá-las. São três fraquezas. A primeira é precisar de aplauso, a segunda é precisar se sentir amada e a terceira é buscar segurança. Os Beatles foram recusados por gravadoras e nem por isso desistiram. Hoje, o erro das escolas de música é definir o estilo do aluno. Elas ensinam a tocar como o Steve Vai, o B. B. King ou o Keith Richards. Os MBAs têm o mesmo problema: ensinam os alunos a serem covers do Bill Gates. O que as escolas deveriam fazer é ajudar o aluno a desenvolver suas próprias potencialidades.
ISTOÉ – Muitas pessoas têm buscado sonhos que não são seus?
Shinyashiki – A sociedade quer definir o que é certo. São quatro loucuras da sociedade. A primeira é instituir que todos têm de ter sucesso, como se ele não tivesse significados individuais. A segunda loucura é: “Você tem de estar feliz todos os dias.” A terceira é:
“Você tem que comprar tudo o que puder.” O resultado é esse consumismo absurdo. Por fim, a quarta loucura: “Você tem de fazer as coisas do jeito certo.” Jeito certo não existe. Não há um caminho único para se fazer as coisas. As metas são interessantes para o sucesso, mas não para a felicidade. Felicidade não é uma meta, mas um estado de espírito. Tem gente que diz que não será feliz enquanto não casar, enquanto outros se dizem infelizes justamente por causa do casamento. Você precisa ser feliz tomando sorvete, levando os filhos para brincar.
ISTOÉ – O sr. visita mestres na Índia com freqüência. Há alguma parábola que o sr. aprendeu com eles que o ajude a agir?
Shinyashiki – Quando era recém-formado em São Paulo, trabalhei em um hospital de pacientes terminais. Todos os dias morriam nove ou dez pacientes.Eu sempre procurei conversar com eles na hora da morte. A maior parte pega o médico pela camisa e diz: “Doutor, não me deixe morrer. Eu me sacrifiquei a vida inteira, agora eu quero ser feliz.” Eu sentia uma dor enorme por não poder fazer nada. Ali eu aprendi que a felicidade é feita de coisas pequenas. Ninguém na horada morte diz se arrepender por não ter aplicado o dinheiro em imóveis. Uma história que aprendi na Índia me ensinou muito. O sujeito fugia de um urso e caiu em um barranco. Conseguiu se pendurar em algumas raízes. O urso tentava pegá-lo. Embaixo, onças pulavam para agarrar seu pé. No maior sufoco, o sujeito olha parao lado e vê um arbusto com um morango. Ele pega o morango, admira sua belezae o saboreia. Cada vez mais nós temos ursos e onças à nossa volta. Mas é preciso comer os morangos.
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novembro 5th, 2008
Sempre acreditei que a tecnologia é uma poderosa aliada para os profissionais, ainda mais no momento que denominamos “Era do Conhecimento”.
Muitas pessoas deixam de participar de cursos, congressos e eventos porque não têm tempo, não podem se ausentar do trabalho, ou algum outro motivo que não é mais desculpa com o desenvolvimento tecnológico a pleno vapor.
Exemplo disso é o ConviRH, um congresso pioneiro sobre práticas de gestão de pessoas, realizado totalmente pela Internet.
Esse congresso virtual facilita a participação de profissionais em palestras e fóruns de discussão que ficam disponíveis por 24 horas. Dessa forma o participante pode assistir às palestras em qualquer hora, em qualquer lugar, bastando para isso um acesso à Internet.
Em termos tecnológicos, o participante precisa de um computador conectado à Internet, com navegador Explorer ou Firefox, o Flash Player, placa e caixas de som ou fones de ouvido. Vale ressaltar que o participante também pode participar do evento através de palms, smart phones e celulares que acessam a Internet.
A grande vantagem do ConviRh é que o participante pode montar sua própria programação.
Clique aqui para experimentar, e veja a palestra “Motivação e Atitude: Construindo o Seu Sucesso Profissional”, proferida por Gilclér Regina, diretor da CEAG – Desenvolvimento de Talentos.
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agosto 4th, 2008
Dizem as más línguas que o estágio nada mais é do que a contratação de mão de obra barata. Em algumas empresas pode ser, mas o estágio é na verdade um porta de entrada para o mercado de
trabalho.
Portanto, assim que iniciar seu
curso, seja de nível técnico ou superior, mostre sua cara para o mercado: faça estágio.
Muitos estudantes aguardam a conclusão do
curso para buscar uma oportunidade, o que eu considero um erro. Enquanto ainda se está estudando é possível encontrar boas oportunidades junto aos colegas, professores, coordenadores, etc. Mas atenção: a proximidade não dispensa um bom desempenho e relacionamento em sala de aula.
A formação do indivíduo é muito importante para o mercado, mas ela terá um peso maior quando acompanhada da experiência, e é aqui que os estagiários saem na frente. A prática é um grande trunfo para se conseguir um emprego!
Se você já está fazendo estágio, seguem algumas dicas:
-
Mesmo o estágio não sendo um emprego, é fundamental que você adote uma postura extremamente profissional, o que é essencial para sua boa imagem.
-
Busque relacionar-se de forma positiva com as pessoas, respeite os limites que lhe são apresentados, desempenhe as atividades conforme as orientações de seus superiores e se coloque a disposição para aprender.
-
Se observar que pode melhorar algum processo, faça sugestões, mas cuidado para não se desgastar com as pessoas.
-
Procure ajustar-se à cultura da empresa, desempenhar suas tarefas com qualidade e agilidade, mantenha o bom-humor e seja disponível.
Comportando-se desta forma provavelmente você conquistará a confiança das pessoas da equipe, e será bem quisto por ela, que poderá fazer boas recomendações para sua efetivação.
Imagem: Getty Images
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março 26th, 2008
De 15 a 30 de maio deste ano acontecerá o ConviRH 2008.
O ConviRH é um congresso virtual sobre práticas de gestão de pessoas, onde os temas são apresentados e discutidos através de palestras virtuais e fóruns on-line.
Na edição de 2007 o ConviRH contou com a participação de 1300 congressistas do Brasil, de Portugal, Angola e Moçambique.
Na edição deste ano acontecerão mais de 30 apresentações envolvendo questões conceituais e exposições práticas, atuais e reais, de empresas brasileiras e multinacionais.
Assim como os cursos a distância, os congressos virtuais oferecem oportunidade de acesso à informação para pessoas que por alguma razão não têm condição de participar dos eventos presenciais.
Clique aqui para conhecer mais sobre o congresso e fazer sua inscrição (R$180,00).
Além de uma boa oportunidade para atualização, o congresso oferece a possibilidade de intrcâmbio acerca das práticas de gestão de pessoas e estimula a integração dos profissionais de
RH.
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danielaguimaraes on
março 21st, 2008
Recentemente estive em uma conceituada escola de negócios em São Paulo participando de um
curso voltado para profissionais que atuam com EC –
Educação Corporativa. Para minha surpresa a turma era composta, em sua maioria, por homens. Outro detalhe era a diversidade das áreas de formação e especialização dos pofissionais ali presentes.
Em outros tempos eu poderia até questionar, de forma negativa, tamanha heterogeneidade, mas no mercado atual essa é a nossa (imensamente rica) realidade.
Como normalmente os profissionais que atuam com EC não encontram muito tempo para experimentarem suas próprias receitas, em dois dias de
curso nos dedicamos ao máximo para aproveitá-lo em sua totalidade.
Creio que conseguimos! De forma harmônica, concentrada e solidária, muito mais que absorver o conteúdo apresentado, construímos conhecimento de forma colaborativa.
As diversas experiências e práticas ali pesentes foram sendo apresentadas desinteressadamente. Cada participante, ao mesmo tempo em que dividia sua rotina, era comentado por colegas com experiências semelhantes ou não, e assim todos abriram espaço para novos conceitos, novas práticas, novas possibilidades.
Aqueles dois dias de
curso, na pesença de colegas tão comprometidos e de uma facilitadora tão dedicada, valeram como um renovo em minha via profissional. Hoje posso dizer que é possível estabelecer um novo conceito de T&D na organização onde atuo: mais criativo, dinâmico, participativo, estratégico. Além de uma atuação preventiva, vinculada à estratégia do negócio, é possivel utilizar as ferramentas das quais dispomos para promover a gestão do conhecimento e gerar, de fato, vantagem competitiva.
Registro aqui o meu agradecimento aos colegas e à nossa facilitadora. Parabéns à todos pelo empenho e pelo sucesso que foi nosso
curso.
Um grande abraço para vocês!
Imagem: Getty Images
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