INSIGHT >>> CURSO GRATUITO MICROSOFT
by danielaguimaraes on março 24th, 2009
Related posts
DESEMPREGO: COMO LIDAR COM ESSA DIFÍCIL FASE?
by danielaguimaraes on fevereiro 4th, 2009
“A perda do emprego é sempre um grande desafio. Neste momento de crise internacional torna-se um desafio maior ainda, pois as oportunidades estão a cada dia mais raras e restritas. (…)
Segue então algumas dicas práticas para você lidar melhor com uma situação de desemprego:
• Tenha uma expectativa mais longa sobre quando conseguirá um novo emprego: se em uma situação de mercado aquecido você levava 3, 6 ou 12 meses para conseguir um novo emprego, prepare-se para um período maior. Por que esta dica? Porque se você se preparar para um período maior e de repente conseguir uma nova oportunidade irá se surpreender
• Considere outras possibilidades, como o trabalho temporário ou trabalhar em casa: não deixe um ativo precioso parado, neste caso você. Mantenha-se em ritmo aquecido. Esta alternativa irá gerar renda e, principalmente, sua mente não estará ocupada com sentimentos de angústia e depressão.
• Gaste o máximo de tempo possível procurando uma oportunidade: gaste pelo menos 6 horas por dia, 7 dias por semana. Dedique um tempo grande para o “projeto de conseguir um novo emprego”.
• Crie tempo livre para criar e fortalecer seu Networking: para aqueles que possuem certa dificuldade em fazer Networking, crie fontes alternativas para fazer contatos. (…)
O objetivo a curto prazo deste tipo de Networking é fazer com que você fique antenado no que está acontecendo no mercado (naquele em que você atua e em outros também). Escutar idéias de pequenos empresários lhe farão enxergar inúmeras oportunidades (…).
Os ganhos com o Networking são inúmeros, e não existe perda de tempo nesta atividade, somente ganhos com novos insights, novos contatos etc.
• Antecipe os possíveis comportamentos durante a fase de desemprego e mude sua perspectiva. Comportamentos comuns na fase de transição, porém inadequados:
-Ver-se como fracassado, deixando sua auto-estima abalar-se.
- Ficar procurando culpados, acumulando sentimentos negativos, como mágoa e ressentimento.
- Reclamar, lastimar, adotar postura de vítima.
- Ficar preso ao passado, relutando em perceber que a mudança já ocorreu.
- Iludir-se, superestimando sua própria capacidade para superação da crise
- Adotar postura auto-suficiente, evitando recorrer à ajuda de outros.
- Imobilizar-se – ficar preso ou por pensamentos angustiantes ou sonhadores e evitar a ação.
- Precipitar-se, tomar decisões intempestivas, motivadas por emoções descontroladas.
- Deixar o estresse avançar, tornando-se irritadiço.
- Ser negligente, deixar de levar com a devida seriedade as condutas necessárias à superação da crise
Comportamentos incomuns, mas muito adequados:
• Fazer os esforços necessários para manter sentimentos, pensamentos e ação positivos.
• Recorrer à ajuda – de familiares, amigos, profissionais.
• Evitar a concentração da atenção em coisas inadequadas: o passado, os outros, o acontecimento negativo.
• Buscar uma percepção correta de si mesmo – nem superestimar seu potencial e nem subestimar.
• Agir – tomar as medidas certas para superar a crise.
• Buscar a informação adequada sobre a situação (que usualmente é propiciada por profissionais).
• Evitar qualquer forma de precipitação impulsionada por emoções.
• Manter-se ligado às coisas que trazem prazer, evitando retrair-se.
• Evitar repassar a outros sentimentos negativos – pessimismo, medo, frustração, arrogância.
• Não buscar mudanças radicais sem a devida análise.
Você pode prospectar uma vaga de diferentes formas. Todas elas anexam uma chance real para obter um emprego (…).
Em linhas gerais, as vagas estão disponíveis nas seguintes fontes virtuais:
EXECUNET
Related posts
"QUEM NÃO SE COMUNICA…"
by danielaguimaraes on novembro 11th, 2008
A relação das habilidades que precisamos desenvolver para termos êxito profissional é grande, mas entre todas penso que a comunicação verbal seja a mais importante.Related posts
RH X CRISE INTERNACIONAL
by danielaguimaraes on novembro 7th, 2008
Com tantas dúvidas resolvi pesquisar, me informar, e posto aqui minhas impressões.
Apesar das análises dos especialistas não temos respostas exatas para essas perguntas, entretanto, mesmo sem prever o futuro, é possível levantar hipóteses estudando o passado.
A Grande Depressão de 1929, que teve seu início com a redução da produção industrial americana, e consolidou-se com a queda das bolsas de Nova Iorque e New York Stock Exchange, trouxe para todo o mundo a elevação da inflação, a queda do PIB, a baixa nos preços das ações, a redução das atividades econômicas e, inevitavelmente, o desemprego.
Essa crise persistiu até a década de 30, fechando inúmeras empresas e deixando milhões desempregados, e terminou cerca de três anos depois com o New Deal, uma série de políticas econômicas adotadas por Rosevelt, presidente dos EUA da época. O Brasil viveu a crise de 1929 por meio de uma desordem econômica causada pela queda dos preços do café, sua única comódite no período.
Em 1973 passamos por um outro momento crítico com a crise do petróleo. Iniciada com o déficit de oferta, e com a nacionalização de vários conflitos, os preços do barril atingiram valores astronômicos, causando recessão nos EUA e consequentemente uma desestabilização mundial com a alta dos juros. Dividida em cinco fases, a última delas ocorreu neste ano, com o aumento de 100% do preço do barril no período de Janeiro a Julho.
Assustamos-nos com a crise do México em 1994, ano de implantação do Plano Real. Mais um susto com a crise dos Tigres Asiáticos entre os anos de 1997 e 1998, mesmo período da crise russa, quando o Brasil perdeu milhões. Com a crise da Argentina em 2001 não foi diferente, ano dos ataques de 11 de setembro, que também afetaram as bolsas. E cá estamos nós, em meio a mais uma crise!
No início desta década os juros baixos nos EUA incentivaram empréstimos em que as residências eram a garantia do negócio. Os juros atrativos fomentaram o crédito imobiliário, e a oferta de casas desvalorizou os imóveis. Com juros mais altos que o normal esse tipo de empréstimo endividou milhões de americanos que, com seus imóveis hipotecados, não têm como saldar seus compromissos. Essa inadimplência prejudicou outros setores devido à baixa do consumo, comprometendo toda a economia.
E o resto da história nós já conhecemos…
Como o destino é incerto, algumas empresas assumiram uma postura preventiva, adotando medidas de redução de custos: férias coletivas, diminuição na produção, redução de matéria prima, produtos, investimentos e pessoal. Essa postura conservadora pode acarretar uma negativa reação em cadeia no mercado, iniciada pelas grandes organizações.
Vulneráveis, e com muitas dúvidas, penso que nós, trabalhadores, deveríamos adotar a mesma postura das organizações: cortar custos, evitar compras a prazo, fugir dos juros altos, etc. Em resumo, poupar, mesmo com todas as medidas que estão sendo tomadas para se evitar um “efeito dominó” na economia.
Na análise das organizações o custo de pessoal é o mais visado, por ser o mais representativo. Em empresas prestadoras de serviço, por exemplo, a folha de pagamento pode representar 75%. Bom, aí a demissão torna-se inevitável, e nesses casos vão embora os funcionários que já estavam na “corda bamba”: aqueles que não apresentam um bom desempenho, os “reclamões”, os que possuem problemas de relacionamento, aqueles que sempre apresentam atestado médico, ou mesmo os recentemente admitidos. Para esses casos, a desculpa para a demissão pode ser a “conjuntura econômica”.
Mas os bons funcionários não podem se acomodar, pois no caso de uma grande recessão eles também podem ser demitidos, e a conjuntura econômica não será mera desculpa.
Pense: você faz falta para a empresa em que trabalha? Qual importância você tem para a instituição? É preciso avaliar nosso risco, e se formos importantes, boa notícia: mesmo em situação de crise as empresas procuram manter os melhores funcionários.
Na última semana, em conversa com um executivo de RH do mercado financeiro, ouvi a seguinte frase: “Precisamos manter as cabeças para pensarmos e nos planejarmos para quando o mercado estiver aquecido”. Ou seja, a crise vai passar, e a empresa precisa estar pronta para esse momento, e para isso é mais fácil manter os funcionários que contribuem para a estratégia organizacional do que iniciar um grande processo seletivo.
Nas crises anteriores o mercado se recuperou com a estabilização da economia americana, e isso pode voltar a acontecer, considerando o resultado da eleição presidencial nos EUA. Logo após a eleição de Obama houve uma pequena recuperação do mercado asiático, o mais afetado até agora por depender demasiadamente do consumo norte-americano, o que pode ser um indício de melhora, mas também de euforia, ainda não sabemos.
Com tudo isso, o conselho do RH para os profissionais é “seja prudente”: aguarde o reaquecimento do mercado para mudar de emprego, abrir o próprio negócio ou fazer investimentos. E se por acaso ficar desempregado neste período, não se acanhe em aceitar uma proposta de emprego temporário, mesmo que não seja na sua área. Quando as coisas melhorarem as empresas darão preferência para quem não ficou parado.
No mais, nos resta esperar. Esperar, do latim sperare. Estando à espera, com esperança…
Nossa única certeza: “isso também vai passar”.
Related posts
RH – O DONO DA VERDADE?
by danielaguimaraes on agosto 19th, 2008
Errado! A responsabilidade do processo seletivo é de toda a empresa, não devendo ser executado isoladamente pelo RH.
O principal desafio do processo de Recrutamento e Seleção (R&S) é agregar valor à organização, proporcionando resultados positivos para todos os envolvidos. Dessa forma, se realizado em parceria com a área requisitante o RH tende a alcançar resultados mais satisfatórios.
Levar em conta a cultura organizacional, o clima e a equipe da área demandante, o trabalho a ser realizado e as particularidades que só o requisitante tem condição de apontar, é buscar apreender artefatos visíveis, valores compartilhados e pressupostos básicos para o processo seletivo, e isso só é possível se o RH transitar nas diversas áreas, exercendo uma importante atividade: o TBC (Tire o Bumbum da Cadeira).
Pode parecer engraçado, mas o RH precisa movimentar-se, conhecer as áreas e as pessoas, a fim de que tenha condição de atuar como uma consultoria interna, para todos os seus subsistemas.
O RH é um parceiro estratégico, e não o “dono da verdade”.
Related posts
RACIOCÍNIO LÓGICO
by danielaguimaraes on agosto 6th, 2008
Raciocinamos de forma lógica quando resolvemos problemas a partir de dados.
Se você tem interesse em aprimorar seu raciocínio lógico, aqui vão algumas dicas. Clique e aproveite:
Imagem: Getty Images
Tags: Dicas de Emprego, Entrevista de Emprego, Recrutamento e Seleção, TrabalhoRelated posts
FAÇA ESTÁGIO
by danielaguimaraes on agosto 4th, 2008
-
Mesmo o estágio não sendo um emprego, é fundamental que você adote uma postura extremamente profissional, o que é essencial para sua boa imagem.
-
Busque relacionar-se de forma positiva com as pessoas, respeite os limites que lhe são apresentados, desempenhe as atividades conforme as orientações de seus superiores e se coloque a disposição para aprender.
-
Se observar que pode melhorar algum processo, faça sugestões, mas cuidado para não se desgastar com as pessoas.
-
Procure ajustar-se à cultura da empresa, desempenhar suas tarefas com qualidade e agilidade, mantenha o bom-humor e seja disponível.
Comportando-se desta forma provavelmente você conquistará a confiança das pessoas da equipe, e será bem quisto por ela, que poderá fazer boas recomendações para sua efetivação.
Imagem: Getty Images
Tags: Comportamento, Dicas de Emprego, Educação, TrabalhoRelated posts
O QUE AVALIA O TESTE PSICOLÓGICO?
by danielaguimaraes on setembro 18th, 2007
Diferente do que muitos acreditam os testes psicológicos não aprovam e nem reprovam candidatos, apenas identificam os perfis e apresentam para a organização aquele que mais se adequa à sua realidade.
Baseados em pesquisas científicas, legalizados, e regulamentados pelo Conselho Federal de Psicologia, os testes trazem ao avaliador aspectos imperceptíveis nas dinâmicas e entrevistas, bem como confirmam hipóteses levantadas em etapas anteriores.
É importante ressaltar que o resultado apresentado a partir da utilização de um teste é limitado no tempo, o que quer dizer que as qualidades, sentimentos, atitudes e expectativas levantadas dizem respeito àquele momento, à circunstância e contexto atuais na vida do candidato. Considerando que o ser humano é um ser em constante desenvolvimento, os resultados dos testes podem sim apresentar resultados diferentes em diferentes momentos.
A seleção dos testes aplicados nos processos seletivos deve ser feita de acordo com o contexto e o objetivo da organização, que nunca deve basear sua escolha pelo resultado apresentado por uma técnica somente, mesmo que esta seja a aplicação de um teste psicológico.
Related posts
DINÂMICA DE GRUPO NOS PROCESSOS SELETIVOS
by danielaguimaraes on setembro 5th, 2007
Ao lançar mão da dinâmica de grupo nos processos seletivos o profissional de RH busca identificar o candidato com perfil mais adequado para ocupar o cargo em questão, e para isso propõe atividades análogas à realidade da empresa contratante.
Como as características e os comportamentos avaliados nas dinâmicas variam de empresa para empresa, não há como se preparar para as atividades, mas é possível adotar algumas medidas que com certeza contribuirão com seu desempenho.
Mantenha o controle emocional e fique atento às explicações do facilitador. Isso otimizará sua participação nas atividades e o emprego correto e adequado de suas habilidades e competências, contribuindo para que você e o grupo alcancem os resultados esperados.
Os imprevistos, tão comuns no dia-a-dia das organizações, também acontecem nas dinâmicas, demandando flexibilidade por parte do participante para lidar com a situação. Paciência e bom senso também são indispensáveis, uma vez que você precisará ouvir todos os candidatos, além de apresentar e defender suas idéias nos momentos oportunos.
É usual o facilitador escrever enquanto acompanha a realização das atividades, o que deixa alguns candidatos ansiosos. As anotações dizem respeito ao comportamento observado e às atitudes dos candidatos, a fim de compará-las posteriormente com aquelas requeridas para o exercício da função. Assim, controle sua ansiedade e não se incomode se o profissional parar ao seu lado e começar a escrever. Continue trabalhando com seu grupo, sem exceder ao que foi solicitado, e apresente uma linguagem corporal condizente com a situação: elegante e confiante.
Acima de todas as orientações, seja autêntico, seja você mesmo. Não tente fingir para o facilitador, pois se você conseguir enganá-lo, o que é muito difícil, correrá o risco de trabalhar em uma empresa com a qual você não se identifica. Perde a empresa e perde você, que em pouco tempo estará desmotivado e infeliz.
De uma forma geral, os facilitadores gostam daqueles que sabem ouvir, que sabem dividir, que organizam e planejam as atividades antes de executá-las, que apresentam suas idéias de forma clara e objetiva, que demonstram segurança e são bem humorados.
Como a dinâmica de grupo faz parte de um processo de escolha, existem aqueles que costumamos reprovar. São os que não participam, que se mostram arrogantes, aqueles que não têm limites, os que fingem comportamentos, os exibicionistas, os manipuladores, os intolerantes e os impacientes.
Tenha em mente que não existe candidato melhor ou pior, o que existe é o candidato que se ajusta às necessidades e ao momento da organização. Se por acaso você não for aprovado é porque você deve buscar uma empresa e uma atividade mais adequadas ao seu perfil; uma empresa e uma atividade que tenham a sua cara, o seu jeito.
E mais uma coisa: independente de resultados, nós sempre saímos mais maduros de uma dinâmica de grupo.
No próximo post falarei um pouco sobre as temidas avaliações psicofuncionais (testes psicotécnicos).
Related posts
ENTREVISTA DE EMPREGO: A HORA DA VERDADE
by danielaguimaraes on setembro 1st, 2007
Pesquise sobre a organização: seu posicionamento no mercado, índices de crescimento, produtos e serviços, clientes e concorrentes. Examine também as suas competências identificando como elas poderão contribuir com a empresa. Esse planejamento o ajudará a manter-se seguro durante a entrevista, transmitindo assim uma imagem positiva.
Falando em imagem, cuidado ao escolher as roupas e os acessórios que serão usados. Busque peças elegantes e formais, demonstrando respeito pela situação. A higiene também compõe a elegância: cabelos, unhas, dentes, pele, tudo deve estar limpo e perfumado, mas cuidado com os excessos!
Ao sair para a entrevista considere os imprevistos do trânsito, programando-se para estar na empresa 15 minutos antes do horário marcado. Chegar com antecedência possibilita uma rápida observação do ambiente e das pessoas, podendo tranqüilizá-lo.
Um detalhe: você começa a ser avaliado antes de se encontrar com o entrevistador. O porteiro que fez sua identificação, a ascensorista que lhe conduziu até o andar desejado, a recepcionista que confirmou seu horário, a copeira que lhe serviu água e café. Saiba que em muitas empresas a percepção destes profissionais à seu respeito será solicitada.
Chegou o momento de entrar na sala! Ficou nervoso? É normal, e os entrevistadores sabem disso. Tremores nas mãos e na voz, gaguez e transpiração excessiva podem acontecer, mas nem por isso tudo está perdido. Mantenha a calma e cumprimente o entrevistador assim que encontrá-lo. Controle suas emoções!
Perceba a entrevista como uma conversa entre pessoas, porque é isso que ela é. Aja com naturalidade e fique atento para oferecer informações que possam mostrar ao entrevistador que você é um bom investimento para a empresa.
O objetivo do entrevistador é saber quem você é, o que você já fez e como você poderá contribuir com a organização. Provavelmente ele fundamentará a entrevista nas informações disponibilizadas em seu currículo, então esteja preparado para responder a todas as perguntas de maneira clara e objetiva. Evite a prolixidade detendo-se aos questionamentos do entrevistador. Ofereça respostas curtas e que apresentem as informações solicitadas.
Ao ser questionado sobre suas experiências anteriores tenha cuidado para não difamar a empresa ou as pessoas com quem trabalhou. Se viveu alguma situação negativa ou complicada fale sobre ela com naturalidade, de forma ética e sensata, explicando os fatos sem expor as pessoas ou a organização.
Caso você não entenda alguma pergunta peça ao entrevistador para explicá-la. Você pode sim dizer que não entendeu, o que você não pode é deixar de responder. Você também pode fazer perguntas, sobre a vaga e sobre a empresa, mas atente-se para não perguntar algo que já tenha sido dito pelo entrevistador.
Ao final da entrevista agradeça a oportunidade e coloque-se à disposição caso o entrevistador precise esclarecer mais algum ponto. Reafirme seu interesse pelo cargo dizendo que aguarda pela resposta.
E só para finalizar, dicas rápidas:
É PERMITIDO
Levar um currículo impresso.
Desligar o celular.
Ter um aperto de mão firme e amigável.
Sorrir.
Olhar nos olhos.
Falar corretamente.
Falar pausadamente.
Aguardar o entrevistador lhe convidar para se assentar.
É PROIBIDO
Mexer nos objetos do entrevistador.
Consultar o relógio a todo o momento.
Interromper o entrevistador.
Fumar.
Chupar bala / chiclete.
Permanecer de óculos de sol, ou deixá-los na cabeça.
Ficar se mexendo na cadeira.
Insistir sobre a remuneração.
Gesticular demasiadamente.
Contar piadas.
Ignorar perguntas.
Ser impreciso.
Falar gírias.
Mentir.
Nosso próximo assunto? Dinâmicas de grupo. Até lá!








