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novembro 27th, 2008

Hoje, dia 27 de novembro, comemoramos o Dia Nacional da
Educação a Distância, instituído pela ABED – Associação Brasileira de
Educação a Distância no ano de 2003.
Neste aniversário podemos comemorar os avanços dessa modalidade de ensino, e todos os resultados alcançados até então.
E como dia de aniversário é dia de ganhar presente, fomos agraciados com várias ações e atividades de EAD que estão acontecendo em todo o país (clique aqui para saber mais).
Em especial, a empresa WebAula, fornecedora nacional de e-learning, nos ofereceu um ticket de desconto de 100% em qualquer curso do Shopping WebAula.
Clique aqui para se cadastrar e “apanhar o seu presente”.
Aproveite este dia. Afinal, “conhecimento não tem preço”!
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novembro 11th, 2008

A relação das habilidades que precisamos desenvolver para termos êxito profissional é grande, mas entre todas penso que a
comunicação verbal seja a mais importante.
Ao planejarmos a nossa carreira pensamos na faculdade, nos cursos para aquisição de conhecimento e desenvolvimento de competências, no aprendizado de informática e outras línguas, mas não pensamos em melhorar nosso poder de
comunicação.
Comunicar-se bem no mercado de
trabalho é fator preponderante para o sucesso profissional, o que demanda atenção para o assunto.
Nas organizações nossa expressão verbal é testada em reuniões, apresentações, explicações, solicitações e em tantas outras situações que podem nos enredar se não soubermos nos comunicar.
A forma como nos expressamos verbalmente tem o poder de determinar nossa imagem, positiva ou negativamente.
Já vi muitos profissionais se envolverem em situações complicadas por não conseguirem se comunicar, seja por timidez, seja por falta de preparo: candidatos que em dinâmicas de grupo não abriram a boca e foram eliminados, funcionários com total desconhecimento sobre a empresa em que trabalhavam e por esse motivo causaram danos e prejuízos, membros de equipe que se omitiram em momentos críticos prejudicando colegas e o próprio grupo, entre tantos outros.
Insegurança, desconhecimento, medo do ridículo, vários são os fatores que podem comprometer nossa
comunicação, mas não podemos nos render a eles e comprometer nossa carreira.
Ao invés de se esconder em suas dificuldades, busque desenvolver sua competência comunicativa. Existem vários cursos de expressão verbal no mercado que podem lhe ajudar a sentir-se mais seguro, através do desenvolvimento de sua autoconfiança e oferecimento de técnicas que te ajudarão a se comunicar mais e melhor.
Mas cuidado: falar bem não significa falar demais. A prudência também é essencial no mundo corporativo.
Imagem: Getty Images
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novembro 7th, 2008
Confesso que possuo poucos conhecimentos em economia, mas como boa parte dos brasileiros estou preocupada. Neste momento conturbado, em que o mundo voltou seus olhos para as negociações das bolsas, eu também me pergunto: Qual o real tamanho dessa crise? Quanto tempo ela vai durar? Como as empresas serão afetadas? E o meu emprego?
Com tantas dúvidas resolvi pesquisar, me informar, e posto aqui minhas impressões.
Apesar das análises dos especialistas não temos respostas exatas para essas perguntas, entretanto, mesmo sem prever o futuro, é possível levantar hipóteses estudando o passado.
A Grande Depressão de 1929, que teve seu início com a redução da produção industrial americana, e consolidou-se com a queda das bolsas de Nova Iorque e New York Stock Exchange, trouxe para todo o mundo a elevação da inflação, a queda do PIB, a baixa nos preços das ações, a redução das atividades econômicas e, inevitavelmente, o desemprego.
Essa crise persistiu até a década de 30, fechando inúmeras empresas e deixando milhões desempregados, e terminou cerca de três anos depois com o New Deal, uma série de políticas econômicas adotadas por Rosevelt, presidente dos EUA da época. O Brasil viveu a crise de 1929 por meio de uma desordem econômica causada pela queda dos preços do café, sua única comódite no período.
Em 1973 passamos por um outro momento crítico com a crise do petróleo. Iniciada com o déficit de oferta, e com a nacionalização de vários conflitos, os preços do barril atingiram valores astronômicos, causando recessão nos EUA e consequentemente uma desestabilização mundial com a alta dos juros. Dividida em cinco fases, a última delas ocorreu neste ano, com o aumento de 100% do preço do barril no período de Janeiro a Julho.
Assustamos-nos com a crise do México em 1994, ano de implantação do Plano Real. Mais um susto com a crise dos Tigres Asiáticos entre os anos de 1997 e 1998, mesmo período da crise russa, quando o Brasil perdeu milhões. Com a crise da Argentina em 2001 não foi diferente, ano dos ataques de 11 de setembro, que também afetaram as bolsas. E cá estamos nós, em meio a mais uma crise!
No início desta década os juros baixos nos EUA incentivaram empréstimos em que as residências eram a garantia do negócio. Os juros atrativos fomentaram o crédito imobiliário, e a oferta de casas desvalorizou os imóveis. Com juros mais altos que o normal esse tipo de empréstimo endividou milhões de americanos que, com seus imóveis hipotecados, não têm como saldar seus compromissos. Essa inadimplência prejudicou outros setores devido à baixa do consumo, comprometendo toda a economia.
E o resto da história nós já conhecemos…
Como o destino é incerto, algumas empresas assumiram uma postura preventiva, adotando medidas de redução de custos: férias coletivas, diminuição na produção, redução de matéria prima, produtos, investimentos e pessoal. Essa postura conservadora pode acarretar uma negativa reação em cadeia no mercado, iniciada pelas grandes organizações.
Vulneráveis, e com muitas dúvidas, penso que nós, trabalhadores, deveríamos adotar a mesma postura das organizações: cortar custos, evitar compras a prazo, fugir dos juros altos, etc. Em resumo, poupar, mesmo com todas as medidas que estão sendo tomadas para se evitar um “efeito dominó” na economia.
Na análise das organizações o custo de pessoal é o mais visado, por ser o mais representativo. Em empresas prestadoras de serviço, por exemplo, a folha de pagamento pode representar 75%. Bom, aí a demissão torna-se inevitável, e nesses casos vão embora os funcionários que já estavam na “corda bamba”: aqueles que não apresentam um bom desempenho, os “reclamões”, os que possuem problemas de relacionamento, aqueles que sempre apresentam atestado médico, ou mesmo os recentemente admitidos. Para esses casos, a desculpa para a demissão pode ser a “conjuntura econômica”.
Mas os bons funcionários não podem se acomodar, pois no caso de uma grande recessão eles também podem ser demitidos, e a conjuntura econômica não será mera desculpa.
Pense: você faz falta para a empresa em que trabalha? Qual importância você tem para a instituição? É preciso avaliar nosso risco, e se formos importantes, boa notícia: mesmo em situação de crise as empresas procuram manter os melhores funcionários.
Na última semana, em conversa com um executivo de RH do mercado financeiro, ouvi a seguinte frase: “Precisamos manter as cabeças para pensarmos e nos planejarmos para quando o mercado estiver aquecido”. Ou seja, a crise vai passar, e a empresa precisa estar pronta para esse momento, e para isso é mais fácil manter os funcionários que contribuem para a estratégia organizacional do que iniciar um grande processo seletivo.
Nas crises anteriores o mercado se recuperou com a estabilização da economia americana, e isso pode voltar a acontecer, considerando o resultado da eleição presidencial nos EUA. Logo após a eleição de Obama houve uma pequena recuperação do mercado asiático, o mais afetado até agora por depender demasiadamente do consumo norte-americano, o que pode ser um indício de melhora, mas também de euforia, ainda não sabemos.
Com tudo isso, o conselho do RH para os profissionais é “seja prudente”: aguarde o reaquecimento do mercado para mudar de emprego, abrir o próprio negócio ou fazer investimentos. E se por acaso ficar desempregado neste período, não se acanhe em aceitar uma proposta de emprego temporário, mesmo que não seja na sua área. Quando as coisas melhorarem as empresas darão preferência para quem não ficou parado.
No mais, nos resta esperar. Esperar, do latim sperare. Estando à espera, com esperança…
Nossa única certeza: “isso também vai passar”.
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novembro 7th, 2008
Foto By Max G Pinto
Recentemente a revista “Isto É” publicou a entrevista que Camilo Vannuchi fez com o psiquiatra e psicoterapeuta Roberto Shinyashiki, autor de vários livros.
Longe de ser uma lição de auto-ajuda, na entrevista Shinyashiki combate a supervalorização das aparências, e diz que ao Brasil falta competência, e não auto-estima.
O autor também comenta os jogos de aparência que tomaram conta das corporações e das famílias: “O mundo precisa de pessoas mais simples e verdadeiras”.
Leia a entrevista abaixo.
ISTOÉ
– Quem são os heróis de verdade?
Shinyashiki – Nossa sociedade ensina que, para ser uma pessoade sucesso, você precisa ser diretor de uma multinacional, ter carro importado,viajar de primeira classe. O mundo define que poucas pessoas deram certo. Issoé uma loucura. Para cada diretor de empresa, há milhares de funcionários quenão chegaram a ser gerentes. E essas pessoas são tratadas como uma multidãode fracassados. Quando olha para a própria vida, a maioria se convence de quenão valeu a pena porque não conseguiu ter o carro nem a casa maravilhosa. Para mim, é importante que o filho da moça que trabalha na minha casa possa se orgulhar da mãe. O mundo precisa de pessoas mais simples e transparentes. Heróis de verdade são aqueles que trabalham para realizar seus projetos de vida,e não para impressionar os outros. São pessoas que sabem pedir desculpas e admitir que erraram.
ISTOÉ – O sr. citaria exemplos?
Shinyashiki – Dona Zilda Arns, que não vai a determinados programas de tevê nem aparece de Cartier, mas está salvando milhões de pessoas. Quando eu nasci, minha mãe era empregada doméstica e meu pai, órfão aos sete anos, empregado em uma farmácia. Morávamos em um bairro miserável em São Vicente (SP) chamado Vila Margarida. Eles são meus heróis. Conseguiram criar seus quatro filhos, que hoje estão bem. Acho lindo quando o Cafu põe uma camisa em que está escrito “100% Jardim Irene”. É pena que a maior parte das pessoas esconda suas raízes. O resultado é um mundo vítima da depressão, doença que acomete hoje 10% da população americana. Em países como Japão, Suécia e Noruega, há mais suicídio do que homicídio. Por que tanta gente se mata? Parte da culpa está na depressão das aparências, que acomete a mulher que, embora não ame mais o marido, mantém o casamento, ou o homem que passa décadas em um emprego que não o faz se sentir realizado, mas o faz se sentir seguro.
ISTOÉ – Qual o resultado disso?
Shinyashiki – Paranóia e depressão cada vez mais precoces. O pai quer preparar o filho para o futuro e mete o menino em aulas de inglês, informática e mandarim. Aos nove ou dez anos a depressão aparece. A única coisa que prepara uma criança para o futuro é ela poder ser criança. Com a desculpa de prepará-los para o futuro, os malucos dos pais estão roubando a infância dos filhos. Essas crianças serão adultos inseguros e terão discursos hipócritas. Aliás, a hipocrisia já predomina no mundo corporativo.
ISTOÉ – Por quê?
Shinyashiki – O mundo corporativo virou um mundo de faz-de-conta, a começar pelo processo de recrutamento. É contratado o sujeito com mais marketing pessoal. As corporações valorizam mais a auto-estima do que a competência. Sou presidente da Editora Gente e entrevistei uma moça que respondia todas as minhas perguntas com uma ou duas palavras. Disse que ela não parecia demonstrar interesse. Ela me respondeu estar muito interessada, mas, como falava pouco, pediu que eu pesasse o desempenho dela, e não a conversa. Até porque ela era candidata a um emprego na contabilidade, e não de relações públicas. Contratei na hora. Num processo clássico de seleção, ela não passaria da primeira etapa.
ISTOÉ – Há um script estabelecido?
Shinyashiki – Sim. Quer ver uma pergunta estúpida feita por um presidentede multinacional no programa O aprendiz? “Qual é seu defeito?” Todosrespondem que o defeito é não pensar na vida pessoal: “Eu mergulho decabeça na empresa. Preciso aprender a relaxar.” É exatamente o que o chefequer escutar. Por que você acha que nunca alguém respondeu ser desorganizadoou esquecido? É contratado quem é bom em conversar, em fingir. Da mesmaforma, na maioria das vezes, são promovidos aqueles que fazem o jogo do poder.O vice-presidente de uma das maiores empresas do planeta me disse: “Sabe, Roberto, ninguém chega à vice-presidência sem mentir.” Isso significa que quem fala a verdade não chega a diretor?
ISTOÉ – Temos um modelo de gestão que premia pessoas mal preparadas?
Shinyashiki – Ele cria pessoas arrogantes, que não têm a humildade de se preparar, que não têm capacidade de ler um livro até o
fim e não se preocupam com o conhecimento. Muitas equipes precisam de motivação, mas o maior problema no Brasil é competência. Cuidado com os burros motivados. Há muita gente motivada fazendo besteira. Não adianta você assumir uma função para a qual não está preparado. Fui cirurgião e me orgulho de nunca um paciente ter morrido na minha mão. Mas tenho a humildade de reconhecer que isso nunca aconteceu graças a meus chefes, que foram sábios em não me dar um caso para o qual eu não estava preparado. Hoje, o garoto sai da faculdade achando que sabe fazer uma neurocirurgia. O Brasil se tornou incompetente e não acordou para isso.
ISTOÉ – Está sobrando auto-estima?
Shinyashiki – Falta às pessoas a verdadeira auto-estima. Se eu preciso que os outros digam que sou o melhor, minha auto-estima está baixa. Antes, o ter conseguia substituir o ser. O cara mal-educado dava uma gorjeta alta para conquistar o respeito do garçom. Hoje, como as pessoas não conseguem nem ser nem ter, o objetivo de vida se tornou parecer. As pessoas parece que sabem, parece que fazem, parece que acreditam. E poucos são humildes para confessar que não sabem. Há muitas mulheres solitárias no Brasil que preferem dizer que é melhor assim. Embora a auto-estima esteja baixa, fazem pose de que está tudo bem.
ISTOÉ – Por que nos deixamos levar por essa necessidade de sermos perfeitos em tudo e de valorizar a aparência?
Shinyashiki – Isso vem do vazio que sentimos. A gente continua valorizando os heróis. Quem vai salvar o Brasil? O Lula. Quem vai salvar o time? O técnico. Quem vai salvar meu casamento? O terapeuta. O problema é que eles não vão salvar nada! Tive um professor de filosofia que dizia: “Quando você quiser entender a essência do ser humano, imagine a rainha Elizabeth com uma crise de diarréia durante um jantar no Palácio de Buckingham.” Pode parecer incrível, mas a rainha Elizabeth também tem diarréia. Ela certamente já teve dor de dente, já chorou de tristeza, já fez coisas que não deram certo. A gente tem de parar de procurar super-heróis. Porque se o super-herói não segura a onda, todo mundo o considera um fracassado.
ISTOÉ – O conceito muda quando a expectativa não se comprova?
Shinyashiki – Exatamente. A gente não é super-herói nem superfracassado. A gente acerta, erra, tem dias de alegria e dias de tristeza. Não há nada de errado nisso. Hoje, as pessoas estão questionando o Lula em parte porque acreditavam que ele fosse mudar suas vidas e se decepcionaram. A crise será positiva se elas entenderem que a responsabilidade pela própria vida é delas.
ISTOÉ – É comum colocar a culpa nos outros?
Shinyashiki – Sim. Há uma tendência a reclamar, dar desculpas e acusar alguém. Eu vejo as pessoas escondendo suas humanidades. Todas as empresas definem uma meta de crescimento no começo do ano. O presidente estabelece que a metaé crescer 15%, mas, se perguntar a ele em que está baseada essa expectativa, ele não vai saber responder. Ele estabelece um valor aleatoriamente, os diretores fingem que é factível e os vendedores já partem do princípio de que a meta não será cumprida e passam a buscar explicações para, no final do ano, justificar. A maioria das metas estabelecidas no Brasil não leva em conta a evolução do setor. É uma chutação total.
ISTOÉ – Muitas pessoas acham que é fácil para o Roberto Shinyashiki dizer essas coisas, já que ele é bem-sucedido. O senhor tem defeitos?
Shinyashiki – Tenho minhas angústias e inseguranças. Mas aceitá-las faz minha vida fluir facilmente. Há várias coisas que eu queria e não consegui. Jogar na Seleção Brasileira, tocar nos Beatles (risos). Meu filho mais velho nasceu com uma doença cerebral e hoje tem 25 anos. Com uma criança especial, eu aprendi que ou eu a amo do jeito que ela é ou vou massacrá-la o resto da vida para ser o filho que eu gostaria que fosse. Quando olho para trás, vejo que 60% das coisas que fiz deram certo. O resto foram apostas e erros. Dia desses apostei na edição de um livro que não deu certo. Um amigão me perguntou: “Quem decidiu publicar esse livro?” Eu respondi que tinha sido eu. O erro foi meu. Não preciso mentir.
ISTOÉ – Como as pessoas podem se livrar dessa tirania da aparência?
Shinyashiki – O primeiro passo é pensar nas coisas que fazem as pessoas cederem a essa tirania e tentar evitá-las. São três fraquezas. A primeira é precisar de aplauso, a segunda é precisar se sentir amada e a terceira é buscar segurança. Os Beatles foram recusados por gravadoras e nem por isso desistiram. Hoje, o erro das escolas de música é definir o estilo do aluno. Elas ensinam a tocar como o Steve Vai, o B. B. King ou o Keith Richards. Os MBAs têm o mesmo problema: ensinam os alunos a serem covers do Bill Gates. O que as escolas deveriam fazer é ajudar o aluno a desenvolver suas próprias potencialidades.
ISTOÉ – Muitas pessoas têm buscado sonhos que não são seus?
Shinyashiki – A sociedade quer definir o que é certo. São quatro loucuras da sociedade. A primeira é instituir que todos têm de ter sucesso, como se ele não tivesse significados individuais. A segunda loucura é: “Você tem de estar feliz todos os dias.” A terceira é:
“Você tem que comprar tudo o que puder.” O resultado é esse consumismo absurdo. Por fim, a quarta loucura: “Você tem de fazer as coisas do jeito certo.” Jeito certo não existe. Não há um caminho único para se fazer as coisas. As metas são interessantes para o sucesso, mas não para a felicidade. Felicidade não é uma meta, mas um estado de espírito. Tem gente que diz que não será feliz enquanto não casar, enquanto outros se dizem infelizes justamente por causa do casamento. Você precisa ser feliz tomando sorvete, levando os filhos para brincar.
ISTOÉ – O sr. visita mestres na Índia com freqüência. Há alguma parábola que o sr. aprendeu com eles que o ajude a agir?
Shinyashiki – Quando era recém-formado em São Paulo, trabalhei em um hospital de pacientes terminais. Todos os dias morriam nove ou dez pacientes.Eu sempre procurei conversar com eles na hora da morte. A maior parte pega o médico pela camisa e diz: “Doutor, não me deixe morrer. Eu me sacrifiquei a vida inteira, agora eu quero ser feliz.” Eu sentia uma dor enorme por não poder fazer nada. Ali eu aprendi que a felicidade é feita de coisas pequenas. Ninguém na horada morte diz se arrepender por não ter aplicado o dinheiro em imóveis. Uma história que aprendi na Índia me ensinou muito. O sujeito fugia de um urso e caiu em um barranco. Conseguiu se pendurar em algumas raízes. O urso tentava pegá-lo. Embaixo, onças pulavam para agarrar seu pé. No maior sufoco, o sujeito olha parao lado e vê um arbusto com um morango. Ele pega o morango, admira sua belezae o saboreia. Cada vez mais nós temos ursos e onças à nossa volta. Mas é preciso comer os morangos.
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novembro 5th, 2008
Sempre acreditei que a tecnologia é uma poderosa aliada para os profissionais, ainda mais no momento que denominamos “Era do Conhecimento”.
Muitas pessoas deixam de participar de cursos, congressos e eventos porque não têm tempo, não podem se ausentar do trabalho, ou algum outro motivo que não é mais desculpa com o desenvolvimento tecnológico a pleno vapor.
Exemplo disso é o ConviRH, um congresso pioneiro sobre práticas de gestão de pessoas, realizado totalmente pela Internet.
Esse congresso virtual facilita a participação de profissionais em palestras e fóruns de discussão que ficam disponíveis por 24 horas. Dessa forma o participante pode assistir às palestras em qualquer hora, em qualquer lugar, bastando para isso um acesso à Internet.
Em termos tecnológicos, o participante precisa de um computador conectado à Internet, com navegador Explorer ou Firefox, o Flash Player, placa e caixas de som ou fones de ouvido. Vale ressaltar que o participante também pode participar do evento através de palms, smart phones e celulares que acessam a Internet.
A grande vantagem do ConviRh é que o participante pode montar sua própria programação.
Clique aqui para experimentar, e veja a palestra “Motivação e Atitude: Construindo o Seu Sucesso Profissional”, proferida por Gilclér Regina, diretor da CEAG – Desenvolvimento de Talentos.
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novembro 5th, 2008

No início desta semana, mais precisamente no dia 3, Max Gehringer, em seu “Mundo Corporativo”, nos ofereceu uma receita para o sucesso.
Segundo o consultor, o manual da carreira se assemelha a um livro de culinária, e o sucesso pode ser obtido pela “mistura” de alguns ingredientes: conhecimento, criatividade, persistência e personalidade.
Entretanto, é preciso ter cuidado para que os mesmos ingredientes não se transformem em soberba, tentativa de mudar o que não precisa ser mudado, teimosia e dificuldade de relacionamento.
Assim como na culinária, na carreira é fundamental não esquecer um importante ingrediente: a sensibilidade.
Clique para ouvir o áudio.
Imagem: Getty Images
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novembro 5th, 2008

Entre os dias 2 e 5 de dezembro acontecerá o 32º CBTD – Congresso Brasileiro de Treinamento e Desenvolvimento, considerado o maior congresso de treinamento da América Latina.
Com palestras, workshops, cases, debates e painéis os organizadores esperam a participação de pelo menos 2000 profissionais de RH e T&D, que discutirão temas como trabalho em equipe, liderança, coaching, competências, educação corporativa, e-learning, jogos, vivências, etc.
O objetivo principal do evento é oferecer aos profissionais a oportunidade de reciclagem e atualização de suas competências através do contato com novos métodos que acompanham as mudanças trazidas pelos novos tempos.
Durante o CBTD acontecerá a EXPORH – Exposição de Produtos e Serviços em Recursos Humanos, onde os participantes poderão conhecer as novidades para a área de Gestão de Pessoas.
Com a intenção de também estimular e consolidar as relações entre os congressistas, facilitando a integração, uma programação social foi planejada, com festas e encontros informais, sempre considerando o tema do evento: “Treinamento – O Caminho para o Desenvolvimento”.
Os preços para a inscrição neste evento, que acontecerá em Santos (SP), é de R$1.600,00.
Clique aqui para outras informações.
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