Falando de recursos humanos

Archive for janeiro, 2008

SAIA DE FÉRIAS!

by danielaguimaraes on janeiro 11th, 2008

Estou de férias, e ao contrário de alguns, não estou tensa!

Muitos profissionais se desesperam quando chega o período em que devem ausentar-se do , e vários são os motivos: não tomar decisões importantes, medo de que aconteçam mudanças em sua ausência, preocupação com a capacidade da equipe frente às demandas, entre tantos outros.

Como descansar nas férias se você liga para o escritório todos os dias, se faz questão de ler os e-mails diariamente, se utiliza o conference-call para participar de reuniões?

Por favor, se você analisou o melhor momento, organizou suas atividades, planejou seu retorno e deixou os colegas a par dos projetos e pendências, saia de férias (de verdade)! Mude sua rotina, vá para um lugar diferente, faça atividades que lhe dêem prazer, fique na companhia de pessoas agradáveis.

Se você não sair de férias, ou permanecer ligado ao durante este período, é bem provável que permaneça cansado e estressado, o que afetará diretamente seu rendimento, seu relacionamento e seu sistema imunológico. Sim, você pode ‘ficar incompetente’, brigar com os colegas e adoecer se não descansar!
Programe-se e ausente-se do por um período. Se precisar entrar em contato, faça-o esporadicamente. Saia de férias para repor as energias, descontrair, mudar o ritmo e a rotina.
Bom, agora quem vai sou eu. Dentro de alguns dias estarei de volta, renovada!

Au revoir!

Imagem: Getty Images
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CLAREZA E OBJETIVIDADE

by danielaguimaraes on janeiro 10th, 2008

Escuto a CBN e acompanho o programa diário de Max Gehringer, que trata do mundo corporativo. Na edição exibida em 27 de dezembro de 2007, julgando expressar a opinião da maioria, uma ouvinte sugeriu que Gehringer fizesse uma “reconfiguração estrutural de seu programa”.

No e-mail enviado à emissora a ouvinte propôs que Max deixasse de lado as discussões acerca de “situações pessoais, imediatas e de relacionamento” e abordasse temas sobre o mercado de enquanto forma de gestão participativa”. Segundo a ouvinte, Gehringuer deveria visar a “maximização da performance coletiva”, mostrar para seu público “as diversas correntes epistemológicas do conhecimento”, evitar a “disseminação indistinta do conhecimento” e contribuir para o “gerenciamento dos ativos intangíveis”. Com tudo isso a ouvinte pretendia “discutir metodologias e fechar hipóteses amplas para derrubar paradigmas arcaicos”.

Confesso que fiquei na expectativa de uma resposta à altura, mas fui surpreendida pelo bom humor de Gehringuer que, “expressando a opinião de seu público”, resumiu: “?”.

Acredito que esta seja uma excelente ilustração para os que adoram “falar difícil”.

Vale a pena conferir o áudio.

Imagem: Getty Images
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