Falando de recursos humanos

Archive for junho, 2007

PROFISSIONAL DO FUTURO

by danielaguimaraes on junho 28th, 2007

O exemplar de junho/07 da revista Tam Magazine, uma publicação da Spring Comunicações do Brasil para a Tam Linhas Aéreas, trouxe uma com Gilberto Guimarães, professor e consultor da FGV, que falou sobre as modificações no mercado de e da abertura de espaço para um novo tipo de profissional: o trabalhador do conhecimento.

Segue abaixo um resumo da .

>>>Principais mudanças no mercado de nos últimos anos.

Segundo Guimarães é possível notar uma profunda transformação no mercado de um modo geral, e também na economia das empresas, o que levou ao esgotamento do mercado consumidor. Daí a : com um mercado esgotado busca-se consumidor na nação vizinha. A produtividade do trabalhador passou a ser medida pelo seu conhecimento, e não mais pela velocidade do seu . “No mundo atual o trabalhador do conhecimento sabe mais que seu chefe.” Neste ponto da Guimarães comentou sobre o Universo da Sociedade do Conhecimento, imaginado por Peter Drucker.

>>>Vantagens e desvantagens das mudanças para o trabalhador.

Guimarães ilustrou sua fala com um modelo piramidal, dividido em três partes: na base os trabalhadores sem especialização, que vendem sua força física e precisam estar presentes no (estes estão em desvantagem). No centro da pirâmide os profissionais especializados, mas que não apresentam atribuições para gestão (estes possuem melhor qualidade de vida, pois não precisam estar na empresa). E no topo estão os especialistas que possuem as características necessárias para assumirem uma liderança.

>>>Características profissionais valorizadas atualmente.

Especialização, autoconhecimento, autocontrole, empatia, coragem para decidir, influência, e antecipação aos movimentos do mercado.

>>>Emprego seguro.

O empregado tem que buscar empregabilidade por conta própria; o quanto ele vale para a empresa.

>>>Modelo para o Brasil.

Modelo americano, no qual o contrato dispensa a carteira de , com flexibilização da legislação. Criada pra proteger o trabalhador da indústria, nossa CLT é ultrapassada para a era do conhecimento.

>>>Panorama do mercado para as próximas décadas.


O trabalhador se preocupará em vender sua competência, e não com a perenidade do . Teremos uma legião de prestadores de serviços, craques em suas especialidades, e estas serão colocadas à disposição de projetos e organizações. A não-presença profissional será muito forte. A mudança na estrutura educacional será necessária, pois a estrutura atual é idêntica às indústrias: inflexíveis com relação a horário e descanso intermediário.

“O líder do futuro não dará ordens. Pedirá colaboração.”

Tags: , , , ,

Related posts

INSIGHT >>> Congresso EAD

by danielaguimaraes on junho 22nd, 2007

A a Distância () é apontada como alternativa para democratização do ensino, além de ser um excelente investimento para as organizações no que diz respeito à treinamento e desenvolvimento do capital humano.

Atuo com há aproximadamente 02 anos, e neste período obtive respostas positivas e significativas. Não só acredito na , mas faço questão de investir no seu desenvolvimento e em sua propagação.

Assim, deixo aqui a dica para você participar, gratuitamente, do II Congresso de Educação a Distância dos Países de Língua Portuguesa. Este evento é realizado pela Aulavox e seus parceiros, através de áudio conferência pela Internet. Uma excelente oportunidade para compartilhar conhecimento.

Data: 25 a 30 junho de 2007
Horário: 10h às 20h
Custo: Gratuito

Clique aqui para ver a programação e fazer sua inscrição.

Participe e aproveite para vivenciar o conceito de metalinguagem: “estudar a coisa através da própria coisa”.

Tags: ,

Related posts

ENTREVISTA SOBRE TRABALHO

by danielaguimaraes on junho 20th, 2007

Uma colega de , estudante universitária, me procurou para auxiliá-la em uma atividade acadêmica. Ela havia recebido de seu professor a incumbência de entrevistar um profissional de RH sobre o seguinte assunto: . Segundo ela seria tudo muito simples. Eu teria apenas que responder a “três perguntinhas”.

Bom, nessa “entrevistinha” acabei me deparando com “perguntinhas” que pediam muito mais que “respostinhas”. O tema discutido naquele momento era simplesmente a essência daquilo que chamamos Gestão de Pessoas.

Dias depois essa colega me procurou para agradecer e dizer que tinha tirado “10″. Fiquei feliz por ela. Mas mais feliz fiquei pela oportunidade de continuar pensando em uma questão tão importante.

Segue abaixo a “entrevistinha”. Esta é minha opinião. E a sua?

1-O que é ?

A palavra “” é derivada de “tripalium”, um antigo instrumento agrícola, também relacionado à tortura.

O livro de Gênesis retrata o como um castigo ao pecado original, que levou Adão e Eva ao esforço pela sobrevivência.

Se buscarmos no dicionário o significado para “” encontraremos algo semelhante a “força para execução de uma obra”, ou então como “ocupação, emprego”.

A realidade é que o espelha a sociedade no qual está inserido, e é por ela estruturado, o que inviabiliza um conceito único, universal.

Acredito que o ideal seja pensar o em todas as suas dimensões, tais como psicológica, social, econômica e cultural.

2-Quais as principais mudanças ocorridas na relação /trabalhador?

A maior mudança nessa relação foi o domínio do saber sobre o fazer, e a exigência de interdisciplinaridade no .

A relação, que até pouco tempo era tida como um conflito, visto que os objetivos da organização se chocavam com os objetivos do trabalhador, sendo do tipo ganha-perde, transformou-se em uma relação predominantemente negocial, flexível e participativa. Novos conceitos e ferramentas também entraram no cenário, intermediando a relação, agora, do tipo ganha-ganha.

Hoje sabemos que melhores resultados são obtidos quando, na relação /trabalhador, as energias são canalizadas para uma mesma direção, a fim de que não somente as empresas, mas também as pessoas atinjam seus objetivos individuais.

A mudança na relação /trabalhador alterou também o campo da criação e produção de bens e serviços, além do relacionamento com clientes, fornecedores e comunidade.
3-Qual o papel da empresa no desenvolvimento do /trabalhador?

A empresa deve propiciar um ambiente favorável ao desenvolvimento continuado do trabalhador, além de oferecer desafio, autonomia, reconhecimento e feedback para que ele possa conhecer o resultado do seu .

É importante que o trabalhador exerça uma atividade que tenha sentido para ele, e que possibilite oportunidades para que ele pratique e desenvolva suas competências, exercendo seu julgamento e reconhecendo sua evolução.

Atuar em equipe também é importante, visto que favorece os laços sociais.

Não adianta a empresa buscar no mercado de recursos humanos profissionais com o “perfil ideal” se não oferecer um ambiente que sustente este perfil.

Imagem: Getty Images
Tags: ,

Related posts

COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL

by danielaguimaraes on junho 19th, 2007

Estudando sobre “ Organizacional”, encontrei este trecho do autor Francisco G. Matos, e achei que tinha a cara do Dimensão Humana. Muito pertinente para os assuntos abordados aqui.
“Ser feliz é matéria tão importante que deveria ser ensinada e vivenciada nas escolas. Implica a qualidade de vida, mas é mais do que isso. É paz de espírito que advém de uma filosofia existencial. Saber se posicionar na vida; quem somos, o que queremos, donde resulta a compreensão de nossas limitações e nossas possibilidades infinitas. A ênfase no negócio e na obsessiva cobiça , a lucratividade imediatista e míope, em detrimento da empresa como instituição social, é um dos equívocos graves que ocorrem habitualmente. A concorrência acirrada, a base da competitividade de guerra, ganhar/perder, forma um clima pesado de desconfiança, na linha da motivação do medo.”
(Matos, 1995)
Imagem: Getty Images
Tags:

Related posts

HORA DO CHISTE!

by danielaguimaraes on junho 17th, 2007

Tags:

Related posts

EDUCAÇÃO PARA O TRABALHO NA ERA DO CONHECIMENTO

by danielaguimaraes on junho 17th, 2007

O advento da incitou uma reorganização do mundo do , que hoje vive a era do conhecimento, na qual a assume papel preponderante para arrostar a nova estruturação mundial.
Tido como o valor essencial das organizações, o conhecimento é intrínseco ao que denominamos capital intelectual que, em uma perspectiva excepcionalmente simplista, pode ser entendido como a inteligência e a criatividade dos profissionais que geram valor para a organização. Acautelo que o conceito de capital intelectual, ainda incipiente, abarca paradigmas mais abrangentes.

Neste contexto globalizado observamos o crescimento de oportunidades de no setor terciário, reflexo do desenvolvimento científico e tecnológico. Tal desenvolvimento remete a um novo modelo produtivo, exigindo assim uma mudança no perfil do trabalhador: aquele que outrora deveria especializar-se, hoje se apresenta com um perfil múltiplo de competências.

A construção deste sujeito laborioso é então pensada de forma a favorecer sua inserção e permanência no mercado de , e também a sua atuação como cidadão global. O novo modelo de , exigente, continuado e inclusivo, considera aspectos profissionais, sociais, intelectuais, afetivos e éticos, problematizando e contextualizando a informação, de forma a ser significada pelo aluno.

A dinâmica para reformulação da cultura escolar tradicional visa atender as demandas apresentadas através de um processo educativo voltado para a ação. Para isso absorve impressões da virtualidade, possibilitando o aprendizado fora dos limites estabelecidos pelo tempo e espaço. Ao mesmo tempo favorece a personalização do ensino, com adequação ao perfil e ao momento de cada aluno, mas sem comprometer a interação grupal, e isso graças à evolução das Tecnologias de Comunicação e Informação (TIC’s).

A esta nova realidade denominamos a Distância (), que permite aos seus adeptos cooperarem para o conceito de aprendizagem colaborativa, otimizada pela interação aluno/professor e aluno/aluno. Na o professor deixa o lugar de suposto saber para se tornar o mediador que potencializa o processo ensino/aprendizagem, auxiliando na democratização do ensino, agora focado no aluno, seja ele quem for, e esteja onde estiver.

É inegável a contribuição das TIC’s para este processo evolutivo, entretanto a não deve se limitar à adequação tecnológica, reconhecendo que a tecnologia é um meio, e não o fim. Cabe agora a influenciar o desenvolvimento das TIC’s, e não o contrário.

Uma outra preocupação está relacionada à formação e atuação da equipe gestora de projetos de , que demandam multiplicidade de olhares, priorização da qualidade e o fluxo das informações, sempre voltados para a formação do sujeito. Padronização e mecanização devem ser suprimidas pela equipe a fim de se evitar a perda de significação do aluno.

Com o Decreto-lei 5.622/2005 a adquiriu credibilidade, embora sua aceitabilidade no Brasil ainda seja embrionária. Já a LDB, inspirada nos ideais de solidariedade, e embasada na Constituição Federal, propõe o pleno desenvolvimento do aluno e seu preparo para o mundo do , buscando ajustar os princípios constitucionais às situações reais da brasileira.

Indicativos, e não resolutivos, decretos e leis tratam a de forma generalizada, oferecendo aos educadores possibilidades de contribuírem, com a prática e a experiência adquirida, para a caracterização de uma nova escola, mais autônoma, flexível, responsável, participativa, contextualizada e, sobretudo, democrática. Embora ainda haja muito a ser feito em prol da no Brasil, a legislação tem contribuído para a alavancagem da democratização do ensino de qualidade no país.

Imagem: Getty Images
Tags: , ,

Related posts

O QUE É CHISTE?

by danielaguimaraes on junho 17th, 2007

Imagine a seguinte situação: você está conversando com um grupo de amigos sobre um assunto qualquer. Em um dado momento um de seus amigos diz uma frase que, para você, foi engraçada. Mesmo consciente de que a frase não justificava o riso, você é atingido por uma onda cômica. Nesta circunstância você provavelmente fez um chiste.

Quando ouvimos um comentário do qual achamos graça é porque damos a ele um sentido diferente daquele que realmente tem. A este processo psíquico, breve e prazeroso, denominamos chiste.

Originada do alemão Witz, que significa “gracejo”, a palavra chiste é encontrada na obra de Freud, pai da psicanálise, que define o chiste como uma espécie de válvula de escape de nosso inconsciente, que o utiliza para dizer, em tom de brincadeira, aquilo que verdadeiramente pensa.

Freud acreditava que utilizar o e a ironia no dia-a-dia deixava o cotidiano mais leve e a realidade mais tolerável. E é isto que o chiste possibilita quando conecta arbitrariamente, através de uma associação verbal, duas idéias contrárias.

Espero que esta pequena e presunçosa explicação tenha ajudado a todos aqueles que me perguntaram o que era chiste.

Batizar como HORA DO CHISTE! o espaço cômico do Dimensão Humana foi uma expressão de minha entupida veia psicológica.

Imagem: Getty Images
Tags: ,

Related posts

E O PROFESSOR?

by danielaguimaraes on junho 14th, 2007

A é apontada no Brasil como política estratégica para o desenvolvimento social, econômico e cultural do país, sendo capaz, segundo especialistas, de promover o crescimento com justa distribuição de renda.

No site do MEC é possível observar que a democratização e o acesso ao ensino superior são questões prioritárias para nosso governo, que também investe na infra-estrutura, tecnologia e em assistencialismo para a básica. De um modo geral, os projetos identificados no site tratam da liberação de recursos, transporte escolar, livros, bibliotecas e laboratórios para o ensino básico, aumento do número de cursos e das vagas para o ensino superior além da maximização do número de alunos matriculados e titulados em cursos de pós-graduação.

Considerando então a perspectiva dos especialistas, na qual a melhoria do nível de desenvolvimento do País está relacionada ao aumento da escolaridade da população, podemos dizer que tivemos um avanço significativo, o que torna louvável os investimentos realizados. Mas tenho pra mim que ainda estamos longe de resolver nossa problemática educacional.

A LDB, baseada no princípio do direito universal à para todos, nos proporcionou diversas mudanças, mas chegou o momento de pensarmos e atuarmos de forma a potencializar aspectos “qualitativos” do processo ensino/aprendizagem. É inegável o esforço para democratização do ensino, que é um direito do cidadão, mas tal esforço deve considerar um ensino de qualidade.

Discursos pela são sempre apaixonados, recheados de ideais e filosofia, mas no momento precisamos de razão para avaliar os processos perguntando “como tem sido feito?”, ao invés de questionarmos “o que tem sido feito?”.

Mais que valorizar a escola é preciso valorizar, capacitar e desenvolver o profissional de . Não desconsidero o investimento na infra-estrutura, na tecnologia e nos processos pedagógicos, mas sem um profissional competente para dinamizar tudo isso, de nada vale.

Investir na dimensão humana. Isso sim é “investimento na básica”. Eis o desafio que, vencido, proporcionará uma de qualidade, capaz de proporcionar crescimento econômico, com distribuição de renda e justiça social.
Imagem: Getty Images
Tags:

Related posts

MUITO OBRIGADA!

by danielaguimaraes on junho 13th, 2007

Eu escrevo sem esperança de que o que eu escrevo altere qualquer coisa. Não altera em nada… Porque no fundo a gente não está querendo alterar as coisas. A gente está querendo desabrochar de um modo ou de outro…” – CLARICE LISPECTOR

Assim como Lispector acreditei que poderia desabrochar, de alguma forma, através do Blog. Pesquisar, ler, escrever e compartilhar… Esta seria uma boa oportunidade para aprimorar certas competências. Só que a coisa não foi bem assim… Foi além!

Conceber o Dimensão Humana me abriu espaço para desenvolver relacionamentos. Tenho conhecido pessoas, me aproximado daquelas que já conhecia e reencontrado outras há muito distantes.

Quero agradecer a todos pelas críticas, elogios, incentivos, mensagens e e-mails enviados diariamente. Vocês não fazem idéia de como fico feliz com todas estas manifestações!!!

Corro o risco de ser injusta, mas vou citar alguns nomes:

Guga, obrigada pelo Cafezinho: gostei tanto do que provei que “adquiri minha própria cafeteria”!

Sam, obrigada pelo incentivo, crítica ao design e orientações para participação nas comunidades e fóruns!

Rodrigo, obrigada pela confecção da barra (que ainda não consegui postar), e pelas críticas (generosas) ao material publicado!

Bernardo, obrigada por não ser um leitor assíduo! Você me possibilita o exercício do marketing!

Kat e Tchê, obrigada pelo apoio incondicional!

Jack, minha nova amiga virtual, obrigada por ser uma companhia constante no Dimensão!

GEDEP, obrigada pelo carinho demonstrado!

Obrigada aos colegas da pós que, mesmo não sabendo (agora já sabem), contribuem muuuito para isso aqui!

Agradeço também aos comentaristas do Dimensão! É bom receber a atenção de vocês.

Obrigada a todos que trilham comigo este novo caminho! Percebo que não estou sozinha.

Imagem: Getty Images

Tags:

Related posts

ALTERNATIVAS PARA UMA NAÇÃO EXCLUDENTE

by danielaguimaraes on junho 12th, 2007

Num país em que crescimento econômico e justiça social são atribuições da , o que fazer quando a população menos favorecida é excluída das instituições de ensino?

A impossibilidade de acesso à cultura, ciência e tecnologia subtraem de milhões de brasileiros a oportunidade da informação, do conhecimento e do desenvolvimento de suas habilidades e competências, o que contribui para o enfadonho quadro econômico e social do país. Tal condição estabelece no mercado globalizado uma disputa, no mínimo, perversa: perspicácia X ignorância.

No mundo do a necessidade de ajustes, determinados por avanços tecnológicos, metodológicos e comportamentais, tornou-se uma constante, refletindo o modo de produção da sociedade do conhecimento. Sobreviver e competir neste mercado passa a exigir mais que formal: exige continuo aprimoramento pessoal e profissional. A este aprimoramento damos o nome de continuada (EC).

O frenesi ocasionado pela expansão das tecnologias da informação e da comunicação impulsionou a disseminação da a distância (), que relacionada à EC colabora para a democratização do ensino e para o atendimento de demandas de qualificação profissional, cooperando assim para a ao longo da vida.

A possibilidade de se formar um cidadão com perfil múltiplo de competências, potencializar democraticamente o processo de ensino/aprendizagem, e maximizar o decurso adaptativo, conferiu às iniciativas de e EC uma reputação que foi endossada pela Lei de Diretrizes e Bases (LDB), o que proporcionou amparo, credibilidade e confiança para revelarem, a cada dia, formas distintas de se oferecer um ensino de qualidade, combatendo assim os índices de desfavorabilidade presentes no cenário nacional.

Contudo, para obtenção de resultado positivo em projetos desta linha deve haver harmonia entre tecnologia, objetivos pedagógicos, contextualização, conteúdo, gestão, acesso e avaliação pertinente aos objetivos propostos, todos convergindo para uma atualização profissional e para o progresso social. Somente com a sinergia de tais aspectos poderemos vislumbrar a garantia de acesso, permanência e sucesso do educando em projetos de e EC.

A consideração dos pontos abordados acima, bem como a ação colaborativa contínua por parte da iniciativa pública e privada não permitem a condução de projetos educacionais pela ótica comercial, que transforma em “mercadoria educativa” sua a essência social. Devemos oferecer uma multiplicidade de possibilidades para a , mas sem esquecer que seu propósito é a formação de um cidadão para uma vida digna.

Vamos sim relativizar o conceito de tempo e espaço, acompanhando e avaliando continuamente o aproveitamento do processo, mas não vamos, jamais, nos esquecer que lidamos com o que há de mais importante em tudo isso: a dimensão humana.

Imagem: Getty Images
Tags: ,

Related posts