Archive for junho, 2007
PROFISSIONAL DO FUTURO
by danielaguimaraes on junho 28th, 2007
Segue abaixo um resumo da entrevista.
>>>Principais mudanças no mercado de trabalho nos últimos anos.
>>>Vantagens e desvantagens das mudanças para o trabalhador.
>>>Características profissionais valorizadas atualmente.
>>>Emprego seguro.
>>>Modelo para o Brasil.
>>>Panorama do mercado para as próximas décadas. “O líder do futuro não dará ordens. Pedirá colaboração.”
O trabalhador se preocupará em vender sua competência, e não com a perenidade do trabalho. Teremos uma legião de prestadores de serviços, craques em suas especialidades, e estas serão colocadas à disposição de projetos e organizações. A não-presença profissional será muito forte. A mudança na estrutura educacional será necessária, pois a estrutura atual é idêntica às indústrias: inflexíveis com relação a horário e descanso intermediário.
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INSIGHT >>> Congresso EAD
by danielaguimaraes on junho 22nd, 2007
Atuo com EAD há aproximadamente 02 anos, e neste período obtive respostas positivas e significativas. Não só acredito na EAD, mas faço questão de investir no seu desenvolvimento e em sua propagação.
Assim, deixo aqui a dica para você participar, gratuitamente, do II Congresso de Educação a Distância dos Países de Língua Portuguesa. Este evento é realizado pela Aulavox e seus parceiros, através de áudio conferência pela Internet. Uma excelente oportunidade para compartilhar conhecimento.
Data: 25 a 30 junho de 2007
Horário: 10h às 20h
Custo: Gratuito
Clique aqui para ver a programação e fazer sua inscrição.
Participe e aproveite para vivenciar o conceito de metalinguagem: “estudar a coisa através da própria coisa”.
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ENTREVISTA SOBRE TRABALHO
by danielaguimaraes on junho 20th, 2007
A palavra “trabalho” é derivada de “tripalium”, um antigo instrumento agrícola, também relacionado à tortura.
O livro de Gênesis retrata o trabalho como um castigo ao pecado original, que levou Adão e Eva ao esforço pela sobrevivência.
Se buscarmos no dicionário o significado para “trabalho” encontraremos algo semelhante a “força para execução de uma obra”, ou então como “ocupação, emprego”.
A realidade é que o trabalho espelha a sociedade no qual está inserido, e é por ela estruturado, o que inviabiliza um conceito único, universal.
Acredito que o ideal seja pensar o trabalho em todas as suas dimensões, tais como psicológica, social, econômica e cultural.
2-Quais as principais mudanças ocorridas na relação trabalho/trabalhador?
A maior mudança nessa relação foi o domínio do saber sobre o fazer, e a exigência de interdisciplinaridade no trabalho.
A relação, que até pouco tempo era tida como um conflito, visto que os objetivos da organização se chocavam com os objetivos do trabalhador, sendo do tipo ganha-perde, transformou-se em uma relação predominantemente negocial, flexível e participativa. Novos conceitos e ferramentas também entraram no cenário, intermediando a relação, agora, do tipo ganha-ganha.
Hoje sabemos que melhores resultados são obtidos quando, na relação trabalho/trabalhador, as energias são canalizadas para uma mesma direção, a fim de que não somente as empresas, mas também as pessoas atinjam seus objetivos individuais.
A empresa deve propiciar um ambiente favorável ao desenvolvimento continuado do trabalhador, além de oferecer desafio, autonomia, reconhecimento e feedback para que ele possa conhecer o resultado do seu trabalho.
É importante que o trabalhador exerça uma atividade que tenha sentido para ele, e que possibilite oportunidades para que ele pratique e desenvolva suas competências, exercendo seu julgamento e reconhecendo sua evolução.
Atuar em equipe também é importante, visto que favorece os laços sociais.
Não adianta a empresa buscar no mercado de recursos humanos profissionais com o “perfil ideal” se não oferecer um ambiente que sustente este perfil.
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COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL
by danielaguimaraes on junho 19th, 2007

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HORA DO CHISTE!
by danielaguimaraes on junho 17th, 2007
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EDUCAÇÃO PARA O TRABALHO NA ERA DO CONHECIMENTO
by danielaguimaraes on junho 17th, 2007
A dinâmica para reformulação da cultura escolar tradicional visa atender as demandas apresentadas através de um processo educativo voltado para a ação. Para isso absorve impressões da virtualidade, possibilitando o aprendizado fora dos limites estabelecidos pelo tempo e espaço. Ao mesmo tempo favorece a personalização do ensino, com adequação ao perfil e ao momento de cada aluno, mas sem comprometer a interação grupal, e isso graças à evolução das Tecnologias de Comunicação e Informação (TIC’s).
A esta nova realidade denominamos Educação a Distância (EAD), que permite aos seus adeptos cooperarem para o conceito de aprendizagem colaborativa, otimizada pela interação aluno/professor e aluno/aluno. Na EAD o professor deixa o lugar de suposto saber para se tornar o mediador que potencializa o processo ensino/aprendizagem, auxiliando na democratização do ensino, agora focado no aluno, seja ele quem for, e esteja onde estiver.
É inegável a contribuição das TIC’s para este processo evolutivo, entretanto a educação não deve se limitar à adequação tecnológica, reconhecendo que a tecnologia é um meio, e não o fim. Cabe agora a educação influenciar o desenvolvimento das TIC’s, e não o contrário.
Uma outra preocupação está relacionada à formação e atuação da equipe gestora de projetos de EAD, que demandam multiplicidade de olhares, priorização da qualidade e o fluxo das informações, sempre voltados para a formação do sujeito. Padronização e mecanização devem ser suprimidas pela equipe a fim de se evitar a perda de significação do aluno.
Com o Decreto-lei 5.622/2005 a EAD adquiriu credibilidade, embora sua aceitabilidade no Brasil ainda seja embrionária. Já a LDB, inspirada nos ideais de solidariedade, e embasada na Constituição Federal, propõe o pleno desenvolvimento do aluno e seu preparo para o mundo do trabalho, buscando ajustar os princípios constitucionais às situações reais da educação brasileira.
Indicativos, e não resolutivos, decretos e leis tratam a educação de forma generalizada, oferecendo aos educadores possibilidades de contribuírem, com a prática e a experiência adquirida, para a caracterização de uma nova escola, mais autônoma, flexível, responsável, participativa, contextualizada e, sobretudo, democrática. Embora ainda haja muito trabalho a ser feito em prol da EAD no Brasil, a legislação tem contribuído para a alavancagem da democratização do ensino de qualidade no país.
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O QUE É CHISTE?
by danielaguimaraes on junho 17th, 2007
Quando ouvimos um comentário do qual achamos graça é porque damos a ele um sentido diferente daquele que realmente tem. A este processo psíquico, breve e prazeroso, denominamos chiste.
Originada do alemão Witz, que significa “gracejo”, a palavra chiste é encontrada na obra de Freud, pai da psicanálise, que define o chiste como uma espécie de válvula de escape de nosso inconsciente, que o utiliza para dizer, em tom de brincadeira, aquilo que verdadeiramente pensa.
Freud acreditava que utilizar o humor e a ironia no dia-a-dia deixava o cotidiano mais leve e a realidade mais tolerável. E é isto que o chiste possibilita quando conecta arbitrariamente, através de uma associação verbal, duas idéias contrárias.
Espero que esta pequena e presunçosa explicação tenha ajudado a todos aqueles que me perguntaram o que era chiste.
Batizar como HORA DO CHISTE! o espaço cômico do Dimensão Humana foi uma expressão de minha entupida veia psicológica.
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E O PROFESSOR?
by danielaguimaraes on junho 14th, 2007
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MUITO OBRIGADA!
by danielaguimaraes on junho 13th, 2007
Assim como Lispector acreditei que poderia desabrochar, de alguma forma, através do Blog. Pesquisar, ler, escrever e compartilhar… Esta seria uma boa oportunidade para aprimorar certas competências. Só que a coisa não foi bem assim… Foi além!
Conceber o Dimensão Humana me abriu espaço para desenvolver relacionamentos. Tenho conhecido pessoas, me aproximado daquelas que já conhecia e reencontrado outras há muito distantes.
Quero agradecer a todos pelas críticas, elogios, incentivos, mensagens e e-mails enviados diariamente. Vocês não fazem idéia de como fico feliz com todas estas manifestações!!!
Corro o risco de ser injusta, mas vou citar alguns nomes:
Guga, obrigada pelo Cafezinho: gostei tanto do que provei que “adquiri minha própria cafeteria”!
Sam, obrigada pelo incentivo, crítica ao design e orientações para participação nas comunidades e fóruns!
Rodrigo, obrigada pela confecção da barra (que ainda não consegui postar), e pelas críticas (generosas) ao material publicado!
Bernardo, obrigada por não ser um leitor assíduo! Você me possibilita o exercício do marketing!
Kat e Tchê, obrigada pelo apoio incondicional!
Jack, minha nova amiga virtual, obrigada por ser uma companhia constante no Dimensão!
GEDEP, obrigada pelo carinho demonstrado!
Obrigada aos colegas da pós que, mesmo não sabendo (agora já sabem), contribuem muuuito para isso aqui!
Agradeço também aos comentaristas do Dimensão! É bom receber a atenção de vocês.
Obrigada a todos que trilham comigo este novo caminho! Percebo que não estou sozinha.
Imagem: Getty Images
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ALTERNATIVAS PARA UMA NAÇÃO EXCLUDENTE
by danielaguimaraes on junho 12th, 2007
A impossibilidade de acesso à cultura, ciência e tecnologia subtraem de milhões de brasileiros a oportunidade da informação, do conhecimento e do desenvolvimento de suas habilidades e competências, o que contribui para o enfadonho quadro econômico e social do país. Tal condição estabelece no mercado globalizado uma disputa, no mínimo, perversa: perspicácia X ignorância.
No mundo do trabalho a necessidade de ajustes, determinados por avanços tecnológicos, metodológicos e comportamentais, tornou-se uma constante, refletindo o modo de produção da sociedade do conhecimento. Sobreviver e competir neste mercado passa a exigir mais que educação formal: exige continuo aprimoramento pessoal e profissional. A este aprimoramento damos o nome de educação continuada (EC).
O frenesi ocasionado pela expansão das tecnologias da informação e da comunicação impulsionou a disseminação da educação a distância (EAD), que relacionada à EC colabora para a democratização do ensino e para o atendimento de demandas de qualificação profissional, cooperando assim para a educação ao longo da vida.
A possibilidade de se formar um cidadão com perfil múltiplo de competências, potencializar democraticamente o processo de ensino/aprendizagem, e maximizar o decurso adaptativo, conferiu às iniciativas de EAD e EC uma reputação que foi endossada pela Lei de Diretrizes e Bases (LDB), o que proporcionou amparo, credibilidade e confiança para revelarem, a cada dia, formas distintas de se oferecer um ensino de qualidade, combatendo assim os índices de desfavorabilidade presentes no cenário nacional.
Contudo, para obtenção de resultado positivo em projetos desta linha deve haver harmonia entre tecnologia, objetivos pedagógicos, contextualização, conteúdo, gestão, acesso e avaliação pertinente aos objetivos propostos, todos convergindo para uma atualização profissional e para o progresso social. Somente com a sinergia de tais aspectos poderemos vislumbrar a garantia de acesso, permanência e sucesso do educando em projetos de EAD e EC.
A consideração dos pontos abordados acima, bem como a ação colaborativa contínua por parte da iniciativa pública e privada não permitem a condução de projetos educacionais pela ótica comercial, que transforma em “mercadoria educativa” sua a essência social. Devemos oferecer uma multiplicidade de possibilidades para a educação, mas sem esquecer que seu propósito é a formação de um cidadão para uma vida digna.
Vamos sim relativizar o conceito de tempo e espaço, acompanhando e avaliando continuamente o aproveitamento do processo, mas não vamos, jamais, nos esquecer que lidamos com o que há de mais importante em tudo isso: a dimensão humana.






